Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Assessoria/Norte Show
As articulações para uma aliança nacional entre o PL e o Republicanos em torno da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República passarão pela definição das duas legendas em Mato Grosso e mais três estados. Isso porque a cúpula nacional do Republicanos exige o apoio do PL aos candidatos ao governo da sigla, sendo o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Cleitinho em Minas Gerais, Lorenzo Pazolini no Espírito Santo e senador Alan Rick no Acre, para apoiar Flávio Bolsonaro já no 1º turno das eleições presidenciais.
A informação foi publicada pelo Portal Metrópoles e confirmada pelo GD. Outra possibilidade seria o compromisso de Flávio Bolsonaro ficar neutro nestes estados e não subir no palanque dos candidatos do PL ou apoiados pelo PL, e nem gravar apoio de rádio e televisão. Caso isso se concretize, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não atuaria com intensidade em Mato Grosso, realizando uma campanha mais ideológica do que colada nas candidaturas bolsonaristas.
Apesar dessas condições colocadas na mesa de negociação das duas cúpulas nacionais, o senador Wellington Fagundes acredita que dificilmente isso irá prosperar, já que existem estados com realidades diferentes. Para ele, cada estado será negociado individualmente e não com uma regra geral. “Não tem como sentar na mesa de negociação com uma imposição dessa. Eu não estou participando dessas negociações, mas acho improvável”, disse.
A disputa pelo apoio do bolsonarismo entre Wellington Fagundes e Pivetta ocorre nos bastidores. Antes, Pivetta tentou ter o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e sua família no ano passado. Porém, após a sua prisão em definitivo, Wellington Fagundes conseguiu ter o aval do presidente nacional, Valdemar da Costa Neto, que alavancou seu nome ao governo. Pivetta também aposta na máquina do Estado para ter apoio dos prefeitos bolsonaristas.




































